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sexta-feira, 25 de junho de 2010

SENSIBILIZAR

Dói a espinha dorsal

Latejam os músculos

Não desisto dou um grito

Espanto as dores e

Fico sem ação na transversal.

As dores e meus amores

São como irmãos no

Meu peito dolorido

Com grandes expectativas

Tomo um chá e espanto as dores.

Fico inerte e flerto com as piores “ites”

Artrites, bursites, tendinites, miosites

Olho para as paredes brancas

sem posição e certo.

Sensibilizar é uma atitude

No mínimo atenuadora

Para os sofrimentos daquele

Que sofre inerte com a sua dor.

Bruno Calil Fonseca

AILA – CADEIRA 25.

domingo, 20 de junho de 2010

A DEUS TODA A GLÓRIA....

A DEUS TODA A GLÓRIA

Como agradecer
A Jesus o que fez por mim
Bençãos sem medida
P’ra provar o Seu amor sem fim
Nem vozes de milhões de anjos Podem expressar
A minha gratidão
Tudo o que eu sou
E o que vier a ser aqui
Eu ofereço a Ti

A Deus toda a glória
A Deus toda a glória
A Deus toda a glória
Pelo que Ele fez por mim
Com Seu Sangue salvou-me
Seu poder transformou-me
A Deus toda a glória
Pelo que Ele fez por mim

Quero viver aqui
A Sua vontade fazer
E se eu ganhar
Algum louvor
Ao calvário quero entregar
Com Seu Sangue salvou-me
Seu poder transformou-me
A Deus toda a glória
Pelo que Ele fez por mim.

terça-feira, 15 de junho de 2010

MENTE SÃ EM CORPO SÃO!


Um corpo que desfalece é como uma rosa que murcha até ao vento brando da manhã, sua composição se enfraquece a cada movimento mais ousado dos membros inferiores, o primeiro a sofrer o enfraquecimento é o cérebro, centro do sistema nervoso e povoação de milhares de filigranas com funções das mais diversificadas e nomes dos mais complexos.
Sempre que a doença se inicia, uma série de fatores a influencia, normalmente, começando no cérebro e estendendo-se pelo organismo de forma quase que generalizada, uma vez que, o próprio cérebro, não irá permitir que algum órgão fique indiferente e imune ao perigo que se apresente iminente para o “Ser” em si próprio.
O nosso organismo é controlado pela redoma craniana, que traz em seu bojo o necessário para a sua manutenção e equilíbrio, desde que o corpo que lhe serve de pilar esteja em sintonia harmônica com os seus filamentos e cumprindo cada um o seu mister plausível.
Uma mente sã em um corpo sadio é o ponto de partida da união do homem com o seu Criador: é a residência do Arquiteto do Universo! Não importando a pintura exterior (cor da pele etc.), a formosura e seu antônimo, os bolsos amealhantes ou vazios de ouro, a forma da compleição física, altura, largura etc.
O nosso criador não pode desdizer-se e nunca o faria, portanto, “mente sã e corpo são” não quer seguir os parâmetros como a maioria os conhece.
Sendo Deus Tudo em Todo o Princípio e o Fim, jamais escolheria como habitação o seleto entre a humanidade em detrimento dos demais, isso, seria desdizer a sua máxima de caridade e igualdade dos homens, em irmandade até com os Anjos.
Dessa forma, para o nosso Criador, Mente quer dizer PENSAMENTO e Corpo INSTRUMENTO DO BEM! Não importando como eles venham a sair na “fotografia” do cotidiano de cada um.
A mente, sendo povoada de pensamentos puros, e o corpo, instrumental do bom proceder, Deus ali fará a morada transcendental. Em contrapartida, sendo os pensamentos negativos e maldosos e o corpo um poço de vilanias, o Criador só irá a eles de quando em vez para, ocasionalmente, tentar fazer o “locador” modificar-se interiormente no afã de repossuir a morada que está extraviada Dele pelo livre arbítrio lha concedida.
Assim dito, podemos afirmar, com convicção, que: doença, saúde, cérebro, corpo etc. nada tem a ver com a presença de Deus (ou sua ausência) no corpo que desfalece por um mal qualquer, isso é fruto ou usufruto do discernimento de cada um, ou de seu livre arbítrio ao utilizar o corpo e cérebro recebido, apenas, tendo esse corpo a presença transcendental de Deus lhe será mais fácil vencer os males lhe acumulados, sem que o Criador faça nenhuma acepção entre todos os seus filhos em favor de alguns.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

A MANIFESTAÇÃO DO PODER DE DEUS

A MANIFESTAÇÃO DO PODER DE DEUS

Por isso, também pode salvar totalmente os que por ele se chegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles. —Hebreus 7:25

Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória. —Judas 24

Porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia. —2 Timóteo 1:12b

Deus pode fazer-vos abundar em toda graça, a fim de que, tendo sempre, em tudo, ampla suficiência, superabundeis em toda boa obra. —2 Coríntios 9:8

Destas pedras Deus pode suscitar filhos a Abraão. —Lucas 3:8b

Abraão...não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortale- ceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera. —Romanos 4:16c e 20, 21

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Crer em algo x religião

Crer em algo x religião

Vista da forma adequada, "religião" é algo bom. Nesse prisma, quando falo em seguir uma religião, ou crer em algo, expresso minha experiência pessoal, onde Deus me ajudou muito, muito mesmo, no processo de superação e vitória. A Bíblia foi uma companheira fiel e útil nesse período, tanto que, em minhas palestras presentei meus ouvintes com a Bíblia (como ofereci a todos na palestra no curso que você freqüenta). Logo, para dizer como venci, devo - para ser honesto - dizer que não venci sozinho. Foi meu braço, mas Deus é quem deu força a ele.

99% das pessoas acreditam em Deus. Assim, sinto-me a vontade para sugerir que cada um aproveite esse "parceiro" não só porque há um sentimento bem geral de que Ele existe (ainda que a percepção da forma da divindade varie bastante), mas também porque funcionou para mim e, assim, tal citação tem um conteúdo testemunhal.

Crer em algo ajuda. Mas eu não gostaria de crer em algo que não existe só para me ajudar. Prefiro coisas concretas. Quase posso dizer que sou um cético, mas um cético que não quis negar uma realidade quando a encontrou.

Acho que seguir uma religião tem utilidade sim, como você me perguntou.

Mas se você perguntar a mesma coisa para quem não crê, para um cético, um ateu, esta pessoa não verá sentido - e talvez até considere ruim - contar com algo que pode não existir.

Mas se você perguntar para mim, vou dizer que Deus existe, que é uma pessoa, que se interessa por você e por sua vida, pelo seu bem-estar, que interage e atua. E que é bom, um bom (e poderoso) amigo. Em seu lado justo e de bom pai, será um amigo que esperará você crescer e amadurecer, mas estará ao lado.

Eu tenho uma filha pequena, e a levei à praia. Estive ao seu lado quando começou a "enfrentar" as ondas, marolinhas, que batiam na areia. Estive todo o tempo ao seu lado, mas deixei que ela levasse uns tombos até aprender a se equilibrar sozinha. Por mais que me doesse vê-la "enrolada", eu precisava deixá-la aprender a viver aquela experiência, e crescer. Um pai ruim a protegeria tanto que a transformaria em um vegetal, em medrosa e dependente. Mas eu estava lá para dar cabo de qualquer onda maior do que ela pudesse agüentar. Eu a deixei ficar assustada, para enfrentar o medo e a onda, mas não a deixaria engolir água demais ou se afogar.

Em minha vida, percebo que Deus faz bem parecido. Só que Ele é mais forte e esperto do que eu. Já engoli uns bons bocados de água e já tomei vários "caixotes", mas não tenho dúvidas que o Pai estava atento e presente, torcendo e cuidando para que eu aprendesse a me equilibrar. Afinal, é da natureza divina andar sobre as ondas.

Pois bem, creio que tanto no plano pessoal quanto em relação à Humanidade como um todo, Deus está presente e disponível, mas não intervém senão na medida do necessário ou do demandado pela pessoa. Ele tem seus planos gerais, que vai executar, mas respeita não só o livre arbítrio, as escolhas pessoais e o propósito de que os homens amadureçam, cresçam e vivam. Por isso menciono uma "parceria", onde Deus faz uma parte e nós, a outra. Se Ele fizesse tudo não seríamos mais que vegetais, e se nos deixasse totalmente sozinhos, nossa solidão seria inimaginável. De alguma forma, Ele sempre está presente, como dizia Jesus, ao mencionar que Ele faz a chuva cair sobre bons e maus; e, paralelamente, Ele atua na medida em que queremos ou pedimos, sendo Jesus useiro e vezeiro em dizer "O que queres?",

"Quer me seguir?".

Assim, posso afirmar que Deus está cuidando de você, mesmo quando você não percebe. Ao mesmo tempo, está ansioso por desenvolver uma relação de abundância e intimidade, uma amizade, uma parceria. Contudo, cavalheiro que é, não vai arrombar a porta. Mas está presente e disponível. E, sempre, esperará de você atitudes, crescimento e esforço.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

EU ACREDITO

"Eu acredito no sol, mesmo quando não ilumina.

Eu acredito no amor, mesmo quando não o sinto.

Eu acredito em Deus mesmo quando permanece calado."

- escrito na parede de um sótão utilizado por judeus, que se escondiam de nazistas.-

Bendito seja Deus que não responde às orações!

Talvez o amigo leitor jamais poderia esperar que um cristão evangélico dissesse palavras tão absurdas e à beira da heresia como essas. Como se pode afirmar um disparate desse, se durante milênios o povo de Deus tem proclamado em alto e bom som que Deus responde as orações.

Apesar de parecer simples, talvez a oração seja uma das áreas da vida cristã mais difíceis de entender. Quando olhamos para o que Jesus nos diz em Mateus 6.8 "porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais" sentimo-nos pouco estimulados a orar.

O raciocínio é muito simples: Deus já conhece minhas necessidades e tem todo o poder para atendê-las, por outro lado, eu mesmo, além de não conhecer de fato minhas próprias necessidades ainda corro o grande risco de nem saber fazer pedidos a Deus corretamente (Tg 4.3; Rm 8.26). A conclusão prática na vida de muita gente é simplesmente um desencorajamento na vida de oração.

É muito possível que a nossa expectativa sobre a oração esteja equivocada. Como meninos malcriados, pensamos em orar com intenções egoístas. Procuramos a Deus para resolver nossos problemas e atingir nossos sonhos, muitas vezes alinhados com os valores desse mundo. Ao contrário do que muitos pensam, a grande bênção da oração não está nas mudanças miraculosas que Deus pode fazer. Não!

A principal finalidade da oração é mudar a nós mesmos. Deus quer que o procuremos em oração, mesmo que isso pareça desnecessário, pelo menos por três razões:

a.. Para que cresçamos em comunhão pessoal com Deus e o conheçamos

b.. Para que aprendamos a depender de Deus, humilhando-nos diante de dele

c.. Para que tenhamos o privilégio de sermos o instrumento usado por Deus em sua obra

Infelizmente pensamos na oração como um meio mais rápido de alcançar o que queremos. Todavia, Deus deseja que através da oração e da comunhão mais profunda com ele, tenhamos nossa principal necessidade atendida: a mudança de valores.

Antigamente eu orava para alcançar coisas, obter felicidade imediata e livrar-me da dor; agora, trabalhado por Deus começo a orar a oração que Cristo faria; os meus desejos são trocados pelos desejos de Deus.

É exatamente por causa disso que a bondade esplêndida e maravilhosa de Deus não permite que ele atenda a todas as nossas orações. Isso seria tornar um filho mimado e malcriado. Muitas vezes Deus não nos ouve, porque não deve ouvir mesmo. Às vezes fazemos pedidos egoístas (Tg 4.3), insistimos em pedidos que não nos farão bem (Sl 106.15), e ficamos chateados com a demora de Deus que muitas vezes ocorre (Lc 18).

Todavia, o Deus poderoso, que faz coisas extraordinárias por meio da oração de cada um de nós (Tg 5.17,18), em seu amor e infinita sabedoria resolve não responder aos nossos pedidos. Diante disso, só podemos dizer:

Bendita seja o Deus que não responde orações que não devem ser respondidas.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Viver sempre na graça de Deus


1. A graça, dom sobrenatural interno

Por causa do pecado original de nossos primeiros pais, todos nós nascemos privados da graça que Deus tinha concedido gratuitamente a eles e a todos os seus descendentes. A natureza humana além disso, ficou ferida, e com nossas forças não podemos cumprir por muito tempo nem sequer a lei natural. Mas, compadecido de nós e pelos méritos de Jesus Cristo, Deus concede e infunde na alma o dom maravilhoso da graça. Concede-a gratuitamente e sem que a mereçamos, para que possamos alcançar a vida eterna no céu.

2. Maravilhas da graça na alma

A graça é participação da natureza divina. À alma que recebe a graça de Deus acontece algo semelhante ao que acontece com o ferro ou o carvão em contato com o fogo: põe-se vermelho vivo e adquire as propriedades do fogo. A alma em graça é, diante de Deus, como um rubi; o pecado foi destruído, já não existe, e a alma adquire um brilho maravilhoso como o fogo puro e limpo, assim como o carvão perde sua negritude e se converte em brasa vivíssima. A alma em graça tem uma beleza divina, com o resplendor da graça e da vida sobrenatural.

3. Graça santificante, graça atual

Deus concede duas classes de graça:

a) Graça santificante é a que faz justos ou santos, filhos adotivos de Deus e herdeiros do céu; então, somos templos do Espírito Santo, e Deus habita no centro da alma. Nós a recebemos no batismo, e, se a perdemos por um pecado mortal, pode-se recupera-la no sacramento da penitência. Estando na graça de Deus, tudo o que se faz - grande ou pequeno, fácil ou custoso - tem mérito sobrenatural e ajuda a conquistar o céu, quando cumprimos as demais condições: em vida, com liberdade, com boas obras, dirigidas a Deus e aceitas por Ele; a aceitação nos consta e está implícita no estado de graça.

b) Graça atual é a graça com a qual Deus ilumina o entendimento e move a vontade, como ajuda para fazer o bem - ainda que custe - e evitar o mal. A passagem citada nos Atos dos Apóstolos é um exemplo de graça atual que Deus concedeu a Lídia para converter-se à fé em Jesus Cristo. Outras graças atuais são o arrependimento depois de pecar, o propósito de ser melhor, etc..

4. Deus concede a todos a graça necessária para salvar-se

Deus concede a todos a graça necessária para salvar-se, porque "quer que todos se salvem" (1 Timóteo 2,4). Os que se condenam, condenam-se porque não corresponderam às graças que Deus lhes deu. O fato de que Deus conceda mais graças a uns do que a outros depende do amor de Deus e também, de nossa correspondência à graça. Deus nos concede mais graças se as pedimos, se recebemos os sacramentos e se nos deixamos levar por suas graças. Acontece como em uma família, na qual os pais querem muito a seus filhos - dariam a vida por eles - ,mas tratam-nos de maneira diferente, segundo seja conveniente à boa educação de cada um e segundo se portam perante os apelos e conselhos que lhes dão. Por isso é tão importante a correspondência à graça de Deus, a cada graça de Deus.

5. Meios para crescer na graça

O cristão não pode aspirar unicamente a conservar a graça, mas deve esforçar-se por aumenta-la. O crescimento é um sinal de vitalidade, e também a graça - que é vida sobrenatural - pede o crescimento. É preciso, pois, colocar todos os meios para desenvolve-la: a oração, os sacramentos e as boas obras feitas por amor. Particularmente, ao receber os sacramentos podemos crescer na graça, porque neles começa, se desenvolve ou se recupera quando foi perdida, a graça de Cristo. Em conseqüência, a vida do cristão deve ser, por seu próprio peso, a vida de confissão e de comunhão freqüente.

6. Um firme propósito: viver sempre na graça de Deus e aumenta-la

O mais precioso que temos na terra é a graça de Deus. O mais importante para nós será viver como filhos de Deus; e o pior e mais terrível que poderá acontecer será o pecado, ou seja, o separar-se de Deus, morrer sem a sua graça, perder-se eternamente no inferno. Como dizia um grande escritor: "Ao final da jornada, aquele que se salva sabe, e o que não se salva, não sabe nada". Por isso temos de fazer o propósito de viver sempre na graça de Deus, e aumenta-la sempre mais. Se temos a desgraça de perde-la por um pecado mortal, é preciso confessar-se o mais rápido possível, para estar de novo em estado de graça, sem deixar de fazer, antes, um ato de contrição, com o propósito de confessar-se.

7. Propósitos de vida cristã

  • Fazer o firme propósito de viver sempre na graça de Deus e procurar crescer sempre na correspondência à graça.
  • Confessar-se rapidamente, em caso de pecado mortal; e enquanto isso, fazer muitos atos de contrição.